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Feliz 7 a 1

Há um ano a seleção brasileira de futebol era derrotada pela Alemanha por 7 a 1 em plena semifinal de Copa do Mundo, jogada em casa. 5 a 0 ao intervalo. Inesquecível. Chocante e assustador. Eterno.

A Pátria é fundada através da história, de mitos, lendas e tradições. Em Portugal, são as conquistas pelo mar e a Língua Portuguesa com seus expoentes, como Bartolomeu Dias e Vasco da Gama (mar); Luís de Camões e Fernando Pessoa (língua portuguesa). Na Espanha (não em todo território), a Família Real. Na Catalunha e no País Basco, seus idiomas estão ao alcance de todos e expressam populações por séculos reprimidas. No Uruguai, o mate e o doce de leite.

Uma das instituições máximas de qualquer nação é o Exército. Ele defende e protege um povo, ou seja, o representa. Seus logros são também – simbolicamente – os de todo um povo. O Exército Brasileiro foi fundado na história da união das raças (o índio, o negro e o branco) para a expulsão dos holandeses na Batalha dos Guararapes, em 19 de Abril de 1648 (também Dia do Exército). Ao contrário de outros países, durante o período de consolidação do Estado-Nação do Brasil (século XX), as ações do seu Exército – no propósito dele – que mais ganharam projeção foram no exterior: FEB, Suez, Sinai e Angola.

Durante o século passado, o futebol alcançou grande popularidade. As publicações de Gilberto Freyre sobre a nação brasileira, fundada na mistura das raças, caíam no gosto dos intelectuais das principais cidades da República. Ao mesmo tempo o Brasil fazia muito boa campanha na Copa do Mundo de 1938, na França. Uma equipe constituída por integrantes de todas as raças que fazem o cotidiano do País. Não demorou muito para a seleção nacional de futebol se tornar a maior representante de todos os brasileiros. Para o bem e para o mal, gostem ou não, suas derrotas e vitórias passariam a ser decepções e realizações de todos.

O 7 a 1 de 8 de Julho de 2014 foi um nocaute. Não apenas dentro de campo. Além. Quem somos os brasileiros? De onde viemos e para onde iremos? Improviso ganha jogo (?)…no improviso conseguimos fazer um grande País? O “jeitinho brasileiro” é a nossa vantagem competitiva (?) …com o “jeitinho brasileiro” conseguimos fazer um grande País? O talento individual garante resultados (?) …com o talento individual sem um espírito coletivo seremos um grande País?
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Ambição, levar vantagem nas situações, fingimento, malandragem, individualismo – tão observados nos futebolistas brasileiros que nos representam em forma de Seleção e que a sociedade deixa um reconhecimento público – não são valores que fazem um grande País. Nessa linha de pensamento, a cultura da gorda gorjeta, o não respeitar a faixa de pedestre, o trânsito desorganizado (todos querem levar vantagem né?), o “Mensalão”, o “Lava Jato”, a politicagem nojenta e o desrespeito geral e irrestrito (que obriga por exemplo o governo do Rio de Janeiro a promover operações chamadas de “Choque de Ordem”) são espelhos do que somos. É medíocre. País sério não precisa promover choque de ordem. Em país sério a ordem é a tônica.

O placar de um ano atrás foi triste, mas pode ser um marco de mudanças para valorizarmos setores (sobretudo educação), comportamentos e princípios que farão o Brasil maior e melhor, multicampeão em todos os aspectos.

O Esporte é o Melhor Diplomata

“Poucas pessoas sabem que o atleta tem que ser um diplomata A1, político e ‘apertador’ de mãos.”

Jack Rowan, jogador profissional de beisebol no início do século XX, sobre o papel além de atleta, época em que o esporte ajudava na promoção comercial e expansão territorial dos EUA

(Baseball Magazine, Maio/1914)

Hoje jogam um amistoso em Havana, Cuba, a seleção local e o Cosmos, de Nova York, emblemática instituição do futebol mundial.

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Mesmo sem nunca ter conquistado um título internacional expressivo, a projeção mundial da equipe é inegável e ela nem é membro da principal liga do soccer norte-americano. O Cosmos, do dono da Time-Warner como acionista, de Carlos Alberto, Chinaglia, Pelé, Beckenbauer, do Studio 54…do jet-set do baixo Manhattan, dos atuais Raúl e Marcos Senna, representam como ninguém uma cultura estadunidense do espetáculo, esporte e negócio.

Viajam para Cuba em um contexto de reaproximação entre os dois países, que caminha para o reestabelecimento de relações diplomáticas. Passam por um período de “quebrar o gelo”, consolidar relações de confiança. Diplomatas engravatados, trancafiados em escritórios, distantes do povo, doutrinados por Monroe ou Martí conseguiriam quebrar esse gelo? Não!

Nesses nobres momentos – que são a maioria e que representam o cotidiano -, os atletas assumem o papel de diplomatas. Jack Rowan, citado no início do texto, tem absoluta razão. Assim o Brasil o fez no Haiti, em 2004.

Cuba x Cosmos será bem difícil de ver aos olhos do futebol. No entanto, a positiva repercussão sócio-política será muito mais difícil de projetar.

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À Sul-Americana

A suspensão da partida entre Boca x River pela Libertadores durante a última semana é – infelizmente – espelho de uma cultura de impunidade, articulações políticas, improviso e falta de respeito ao ser humano, que é evidente na América do Sul.

Se os fatos do spray de pimenta, e da violação do túnel que protege a delegação visitante já são espantosos, também é a demora em suspender o jogo! Oras, o que podia ser resolvido ali? Em primeiro lugar, foi tirada a igualdade de competitividade entre as equipes. Afinal, tratava-se de um plantel com 4 atletas com a visão prejudicada, o que tornava obrigatório o River Plate a realizar substituições por fatores externos ao jogo. Por não falar da multidão descontrolada, o que exclui a preservação da integridade física dos elementos do esporte.

Ainda não está explicado o assassinato do promotor argentino Nisman. Do escândalo do Mensalão, estão por amenizar as penas. Do Lava-Jato, há muito e muitos ainda para serem descobertos, o que vai levar tempo. E a Confederação Sul-Americana, vai comprar uma briga com o Boca Juniors, que traz retorno financeiro através da venda de bilhetes e audiência pela TV? E se o presidente do Boca apoia a candidatura do candidato “X” da CONMEBOL? Será?

O que significa isso tudo? Impunidade! Se a impunidade vem de cima, do topo do poder, daqueles que estão (ou estiveram) no governo, muitos cidadãos se sentem livres para fazer o que bem entenderem. Ademais, as articulações políticas evitam que certas pessoas sejam expostas pela imprensa diante de uma tragédia campal, e a suspensão imediata do jogo pode custar mandatos, campanhas políticas e candidaturas. E vão todas essas amarrações por água abaixo!

E o ser humano sendo deixado em segundo plano. Tudo isso me lembra Heysel (Bruxelas/BEL), em 1985. O futebol europeu mudou depois daquilo. Ficou caro, é verdade, mas suas torcidas continuam a preencher as bancadas dos estádios. Em paz. E por isso é sucesso absoluto pelo mundo todo. Estupidez tremenda compará-la à Libertadores, que perde em interesse e credibilidade.

A mudança deste sistema está em cada um de nós. O que queremos? Violência? Impunidade? Cultura bélica anti-esportiva de Libertadores? Não. Com quem e com o quê ‘estamos fechados’?

Eu quero muito um futebol sul-americano legítimo, de força e habilidade (a.k.a. Zico, Francescoli, Houseman, Marangoni, Gamboa, Caszely, Portaluppi, Cubillas, Aguinaga, Valderrama, Rivas, Gamarra, Baldivieso, Erwin Sánchez), de estádios lotados e festa de torcidas que só a América do Sul tem, a celebrar o clube e o espetáculo.

Lá da Armênia

Sou um grande fã do Papa Francisco.

Outro grande gesto dele foi dizer no último domingo que a primeira grande matança do Século XX foi o Genocídio Armênio (1915-1923), levado a cabo pelo Império Otomano. A Turquia herdou grande parte deste Império e não reconhece este fato. Por isso mesmo condenou o discurso do Papa e retirou o seu diplomata da Santa Sé, a fim de explicações.

Os armênios foram o primeiro povo que se constituiu como nação oficialmente Cristã. Tem pouco mais de 5 milhões de habitantes. Há muito mais descendentes de armênios espalhados pelo mundo. Diante do protagonismo político e econômico da Turquia, esse genocídio foi por muito tempo esquecido. Menos pelos armênios e descendentes. E agora, pelo Santo Padre! Em tempo: uma das contrapartidas para a Turquia ser aceita na União Europeia é o reconhecimento do Genocídio e pedido de desculpas formais.

A diáspora do povo armênio é consequência da perseguição dos Otomanos. Muitos deles vieram para o Brasil, Argentina, Estados Unidos e França. Por aqui pelo Brasil, contribuíram bastante para o esporte nacional:

Marcelo Djian é o 2ª da direita para a esquerda

Marcelo Djian é o 2ª da direita para a esquerda

Marcelo Kiremitdjian, ou simplesmente, Marcelo Djian, foi zagueiro do Corinthians, Lyon, Cruzeiro e Atlético Mineiro. Fábio Mahseredjian, um dos maiores profissionais em preparação física do futebol na atualidade. Krikor Mekhitarian, um dos maiores enxadristas do país. Na Argentina, David Nalbandian é notável tenista.

David Nalbandian

David Nalbandian

A Armênia é conhecida como a “Nação do Xadrez”. Entretanto, mundialmente temos como exponentes daquele país: Henrikh Mkhitaryan, atacante do Borussia Dortmund; Gokor Chivichyan é renomado treinador de MMA, que reside em Los Angeles/EUA; Karo Parisyan compete no MMA; Armen Nazaryan foi medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 1996, na Luta Greco-Romana; e Arsen Julfalakyan, medalha de prata na mesma modalidade, em 2012.

Não nos esqueçamos do Genocídio Armênio cujo início completa 1 século neste ano.

Viva esse grande povo!

De Letras

Eduardo Galeano, escritor uruguaio, faleceu ontem. Conhecido mundialmente por obras como “As Veias Abertas da América Latina” e “Memória do Fogo”, eu tive ‘acesso’ a ele através do futebol. Como?!

Ora, meu livro de cabeceira é “O Futebol ao Sol e à Sombra” (1995). Leitura deliciosa que recomendo a todos os apaixonados pelo esporte e que vivem a cultura do futebol. Deixo aqui algumas frases marcantes deste livro:

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“É raro o torcedor que diz: ‘Meu time joga hoje’. Sempre diz: ‘Nós jogamos hoje’”.

“Durante mais de um século, o árbitro vestiu-se de luto. Por quem? Por ele. Agora disfarça, com cores”.

“O treinador dizia: Vamos jogar. O técnico diz: Vamos trabalhar”.

“Jogou, venceu, mijou, perdeu.” (sobre Maradona)

“Hoje em dia, o estádio é um gigantesco estúdio de televisão. Joga-se para a televisão, que oferece a partida em casa. E a televisão manda.”

“Uma jornalista perguntou à teóloga alemã Dorothee Solle: – Como a senhora explicaria a um menino o que é a felicidade? – Não explicaria – respondeu. – Daria uma bola para que jogasse”.

Sobre o estádio:

“Você já entrou, alguma vez, num estádio vazio? Experimente. Pare no meio do campo, e escute. Não há nada menos vazio que um estádio vazio. Não há nada menos mudo que as arquibancadas sem ninguém.

Em Wembley ainda soa a gritaria do Mundial de 66, que a Inglaterra ganhou, mas aguçando o ouvido você pode escutar gemidos que vêm de 53, quando os húngaros golearam a seleção inglesa.

O Estádio Centenário, de Montevidéu, suspira de nostalgia pelas glórias do futebol uruguaio. O Maracanã continua chorando a derrota brasileira no Mundial de 50. Na Bombonera, de Buenos Aires, trepidam tambores de há meio século.

Das profundezas do estádio Azteca, ressoam os ecos dos cânticos cerimoniais do antigo jogo mexicano de pelota.

Fala em catalão o cimento do Camp Nou, em Barcelona, e em basco conversam as arquibancadas do San Mamés, em Bilbao.

Em Milão, o fantasma de Giuseppe Meazza mete gols que fazem vibrar o estádio que leva seu nome.

A final do Mundial de 74, vencida pela Alemanha, continua sendo jogada, dia após dia e noite após noite, no estádio Olímpico de Munique.

O estádio Rei Fahd, na Arábia Saudita, tem camarote de ouro e mármore, tribunas atapetadas, mas não tem memória nem grande coisa que dizer.”

Obrigado, Galeano. Descanse em paz.

Eduardo-Galeano

Litígio

Não surpreende em nada o Primeiro-Ministro ucraniano propor que a seleção nacional de futebol do país boicote o Mundial FIFA 2018, que será jogado na Rússia. Os russos estão envolvidos em movimentos separatistas no leste da Ucrânia. Donetsk e sua equipe local, o Shakhtar, estão dentro dos territórios que buscam a desintegração de Kiev.

No passado, o Dínamo Kiev foi o bastião de resistência – na bola – contra a invasão dos Nazistas durante a II Grande Guerra, sob o nome FC Start. Desafiaram e venceram os alemães no campo (de futebol). Oleg Blokhin, um dos maiores e últimos ídolos do futebol soviético, era ucraniano. Ou seja, a Ucrânia já representou bastante no cenário do futebol, enquanto fazia parte da União Soviética.

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Não sou a favor de boicotes, mas não vivo a realidade ucraniana. Por isso é uma das maneiras mais legítimas que eles têm para protestar. A recusa em participar de um torneio esportivo em determinado país, representa e condena publicamente a não concordância acerca um tema, motivo de constrangimento para quem recebe e organiza o evento.

Entretanto, diante do cenário sócio-político-econômico da atual Ucrânia, face a uma grande – porém frágil – força político-econômica russa, o boicote não terá maiores consequências ou embaraços.

XV: Ameaça para o Estado Islâmico

“Verde-e-amarelo é sinal de guerra,

XV de Novembro, faz tremer a terra”

(antigo grito de guerra da torcida do XV de Jaú)

Ontem me deparei com algo bizarro e tragicômico. Um site não oficial do XV de Jaú, meu querido clube, foi invadido por hackers que colocaram símbolos e frases do Estado Islâmico (EI/ISIS – Islamic State of Iraq and Syria). Por algumas horas o XV foi colocado em meio à turbulência internacional que envolve esse grupo terrorista e foi ‘trending topic’ do twitter no Brasil entre as 7 e 8 da noite do dia 10 de Março.

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Infelizmente só isso mesmo para ‘erguer’ o nome do clube e duvido muito que os hackers tenham feito isso de propósito. Certamente foi por engano. Como se o XV representasse uma ameaça aos interesses desses terroristas e fosse o bastião máximo da civilização Judaico-Cristã ocidental.

Faço uma paráfrase ao treinador do Corinthians, Tite: “O XV não é isso. O XV é o XV!”

Deixo aqui um recado para esses bárbaros que se dizem “Estado Islâmico”: deixem o XV em paz. Aqui é Jaú, ‘fio’! *

مغادرة XV وحدها. هنا هو جاو ، ابني! *

Esses Dias na História

15 de Agosto

1823 – Adesão do Pará à Independência do Brasil

1824 – Escravos libertos do Estados Unidos fundam a Libéria

1853 – Fundação do município de Jaú por Bento Manoel de Moraes Navarro e outros bandeirantes

16 de Agosto

2006 – O Sport Club Internacional vence a Copa Libertadores da América pela primeira vez

2008 – César Cielo Filho ganha a primeira medalha de ouro olímpica da natação brasileira em Pequim

17 de Agosto

2008 – O nadador norte-americano Michael Phelps torna-se o primeiro atleta a conquistar oito medalhas de ouro na história dos Jogos Olímpicos

18 de Agosto

1964 – A África do Sul é banida dos Jogos Olímpicos pelo COI por não renunciar ao regime de “apartheid”

19 de Agosto

1981 – Entra no ar a TVS (Televisão Via Satélite) do SBT (Sistema Brasileiro de Televisão)

20 de Agosto

2016 – A Seleção Brasileira Olímpica masculina de futebol conquista pela primeira vez a medalha de ouro, nos Jogos do Rio de Janeiro

21 de Agosto

1898 – Fundação do Clube de Regatas Vasco da Gama

22 de Agosto

1942 – Entrada do Brasil na 2ª Guerra Mundial

23 de Agosto

1987 – O Brasil vence os EUA por 120 a 115 na final do basquete masculino nos Jogos Panamericanos de Indianápolis (EUA)

24 de Agosto

1954 – Getúlio Vargas, então Presidente do Brasil, suicida-se

25 de Agosto

1961 – O então Presidente do Brasil, Jânio Quadros, renuncia ao cargo sete meses após assumir

1991 – Michael Schumacher estreia na Fórmula 1, no GP da Bélgica

26 de Agosto

1914 – Fundação do Palestra Italia, atual Sociedade Esportiva Palmeiras

27 de Agosto

1828 – Reconhecimento do Império do Brasil à independência do Uruguai, que outrora fora sua Província Cisplatina

28 de Agosto

1992 – No Brasil, o processo de “impeachment” do presidente Fernando Collor é aprovado pela Câmara dos Deputados

29 de Agosto

1852 – Início da construção da primeira ferrovia brasileira, a “Estrada de Ferro Mauá”

30 de Agosto

1992 – Michael Schumacher vence pela primeira vez na Fórmula 1, em Spa-Francorchamps, Bélgica

31 de Agosto

1957 – A Malásia declara sua independência

1963 – Singapura declara a sua independência do Reino Unido

1º de Setembro

1910 – Fundação do Esporte Clube Noroeste

1910 – Fundação do Sport Club Corinthians Paulista

2 de Setembro

1971 – A seleção de futebol do Taiti ganha da sua similar das Ilhas Cook por 30 a 0 nos Jogos do Pacífico Sul. É até hoje a segunda maior goleada entre seleções, menor apenas que Austrália 31 x 0 Samoa Americana, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2002

3 de Setembro

1976 – Pouso da sonda “Viking 2” em Marte

4 de Setembro

1998 – Criado o “Google”

5 de Setembro

1972 – A delegação israelense nos Jogos Olímpicos sofre um atentado de autoria do grupo terrorista “Setembro Negro”; morrem 11 integrantes da delegação

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