Archive for the 'Legado' Category

A questão Catalã e o lema de um clube

O lema do clube de futebol Barcelona é “Més que un club” (“Mais que um clube”, traduzido). Isso remete à histórica causa de autonomia e independência catalã em relação à monarquia da Espanha, com sede em Madri. Há algumas décadas, o nome oficial do clube era em espanhol (“Club de Fútbol Barcelona”). Outrora o uso do catalão bastante reprimido, apenas após o fim do governo Franco (1936-1975) a instituição passou a fazer sua comunicação neste idioma, tendo inclusive mudado seu nome oficial para “Fútbol Club Barcelona”.

Haja vista toda uma causa política e por toda uma história – ao mesmo tempo global – desde as origens de seu fundador suíço, a passar pela genialidade de Cruijff, Romário, Stoichkov e Messi; das equipes de basquete e handebol, do trabalho social que fazem na Catalunha e no mundo, “mais que um clube” simboliza bastante o que é o FC Barcelona. Dentro dessa linha de pensamento, não surpreende saber que Neymar – quando futebolista do clube – tinha que aprender o catalão.

Quando dos confrontos contra as equipes de Madrid (Real e Atlético), o “mais que um clube” alcança ainda maior projeção porque a rivalidade atinge níveis extremos. Uma vitória em campo simbolicamente representa a vitória da Catalunha sobre a Espanha, da República sobre a Monarquia, da independência sobre o centralismo. É a aplicação do papel de ser “mais que um clube”, que é o que quer representar – e consegue – o FC Barcelona. É uma identidade.

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FC Barcelona entrou em campo em 1º de Outubro (dia do referendo catalão) com uma camiseta que remonta à bandeira da Catalunha. Foto: Getty Images

Agora, em um cenário que a Catalunha sim, consegue a independência: não teremos mais o duelo Madri x Barcelona, o antagonismo tão forte que gera e vende milhões mundo afora em que dois dos pilares são o centralismo da capital da Espanha e a causa dos catalães. Perde a liga espanhola de futebol, mas também perde o Barcelona. Continuará sendo “mais que um clube”, sem dúvida. Entretanto, qual o propósito disso a partir de então, uma vez que o principal fator motivador (autonomia e independência catalã) foi conquistado? Para quem eles seriam mais que um clube? O Barcelona jogaria uma liga local fraca, os resultados seriam previsíveis, a assistência média de público iria cair na mesma proporção que a projeção o seu futebol pelo planeta. Por consequência, os patrocinadores. Resultado: menores investimentos financeiros.

Há quem diga que agora é preciso redefinir o branding do clube!

Ora, dentro da Sociologia há uma corrente que diz que você só existe porque existe o outro, o rival, o antagonista. Se isso acaba, a motivação para seguir a “marcha” é afetada. Não sou espanhol e tampouco catalão para falar de uma região a que não pertenço. É a análise de uma questão – delicada – dentro do universo do meu trabalho. A causa catalã e a manutenção da soberania espanhola são muito mais que futebol, são muito mais que clubes.

Em tempo: por ironia, na rodada de 1º de Outubro do futebol espanhol, o Real Madrid (clube que mais representa a Monarquia e centralismo de Madri) jogou contra o RCD Espanyol, o outro clube de Barcelona que simbolicamente representa a Monarquia espanhola na Catalunha.

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Filosofia de Trabalho II

Como continuação do post anterior, escrito há mais de 2 meses, dou sequência no tema da “Filosofia de Trabalho”, tão importante para quaisquer organizações, esportivas ou não.

O conhecido Club Atlético River Plate (Buenos Aires/ARG) foi rebaixado dentro de campo em Junho/2011. Fora de campo, afundado em dívidas. Realizaram eleições e assumiu um novo presidente – remunerado e de dedicação integral -, responsável por criar uma equipe de gestores que daria a volta por cima com o clube anos mais tarde, e conquistaria a Copa Bridgestone Libertadores de 2015.

Recorto aqui alguns trechos da matéria “This is the Story of the Fall and Rise of River” (Esta é a Estória da Queda e Ascensão do River) da renomada revista inglesa “Four Four Two”. Algumas das mudanças mais significativas foi o resgate da filosofia do clube e o estabelecimento de uma cultura e ética de trabalho.

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“Mas algo se destaca, a coisa mais importante foi filosofia. Nós voltamos às nossas origens, desde as categorias de base até a equipe principal, de respeitar o estilo que nos tornou grandes e a nossa maneira de se jogar futebol. ” (tradução nossa)

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“…River começou a desempenhar com os 3 Gs que foram uma parte importante da aproximação do clube com o seu jogo: Ganar (Ganhar), Gustar (aproveitar/divertir-se) e Golear (golear).” (tradução nossa)

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“E para o River, ser River novamente foi, sobretudo, uma vitória de caráter.” (tradução nossa)

É cada vez mais evidente a questão de estabelecer uma filosofia organizacional nas instituições esportivas. Os próprios resultados das grandes equipes de ponta nas mais diversas modalidades deixam isso ainda mais claro.

Feliz 7 a 1

Há um ano a seleção brasileira de futebol era derrotada pela Alemanha por 7 a 1 em plena semifinal de Copa do Mundo, jogada em casa. 5 a 0 ao intervalo. Inesquecível. Chocante e assustador. Eterno.

A Pátria é fundada através da história, de mitos, lendas e tradições. Em Portugal, são as conquistas pelo mar e a Língua Portuguesa com seus expoentes, como Bartolomeu Dias e Vasco da Gama (mar); Luís de Camões e Fernando Pessoa (língua portuguesa). Na Espanha (não em todo território), a Família Real. Na Catalunha e no País Basco, seus idiomas estão ao alcance de todos e expressam populações por séculos reprimidas. No Uruguai, o mate e o doce de leite.

Uma das instituições máximas de qualquer nação é o Exército. Ele defende e protege um povo, ou seja, o representa. Seus logros são também – simbolicamente – os de todo um povo. O Exército Brasileiro foi fundado na história da união das raças (o índio, o negro e o branco) para a expulsão dos holandeses na Batalha dos Guararapes, em 19 de Abril de 1648 (também Dia do Exército). Ao contrário de outros países, durante o período de consolidação do Estado-Nação do Brasil (século XX), as ações do seu Exército – no propósito dele – que mais ganharam projeção foram no exterior: FEB, Suez, Sinai e Angola.

Durante o século passado, o futebol alcançou grande popularidade. As publicações de Gilberto Freyre sobre a nação brasileira, fundada na mistura das raças, caíam no gosto dos intelectuais das principais cidades da República. Ao mesmo tempo o Brasil fazia muito boa campanha na Copa do Mundo de 1938, na França. Uma equipe constituída por integrantes de todas as raças que fazem o cotidiano do País. Não demorou muito para a seleção nacional de futebol se tornar a maior representante de todos os brasileiros. Para o bem e para o mal, gostem ou não, suas derrotas e vitórias passariam a ser decepções e realizações de todos.

O 7 a 1 de 8 de Julho de 2014 foi um nocaute. Não apenas dentro de campo. Além. Quem somos os brasileiros? De onde viemos e para onde iremos? Improviso ganha jogo (?)…no improviso conseguimos fazer um grande País? O “jeitinho brasileiro” é a nossa vantagem competitiva (?) …com o “jeitinho brasileiro” conseguimos fazer um grande País? O talento individual garante resultados (?) …com o talento individual sem um espírito coletivo seremos um grande País?
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Ambição, levar vantagem nas situações, fingimento, malandragem, individualismo – tão observados nos futebolistas brasileiros que nos representam em forma de Seleção e que a sociedade deixa um reconhecimento público – não são valores que fazem um grande País. Nessa linha de pensamento, a cultura da gorda gorjeta, o não respeitar a faixa de pedestre, o trânsito desorganizado (todos querem levar vantagem né?), o “Mensalão”, o “Lava Jato”, a politicagem nojenta e o desrespeito geral e irrestrito (que obriga por exemplo o governo do Rio de Janeiro a promover operações chamadas de “Choque de Ordem”) são espelhos do que somos. É medíocre. País sério não precisa promover choque de ordem. Em país sério a ordem é a tônica.

O placar de um ano atrás foi triste, mas pode ser um marco de mudanças para valorizarmos setores (sobretudo educação), comportamentos e princípios que farão o Brasil maior e melhor, multicampeão em todos os aspectos.

Lá da Armênia

Sou um grande fã do Papa Francisco.

Outro grande gesto dele foi dizer no último domingo que a primeira grande matança do Século XX foi o Genocídio Armênio (1915-1923), levado a cabo pelo Império Otomano. A Turquia herdou grande parte deste Império e não reconhece este fato. Por isso mesmo condenou o discurso do Papa e retirou o seu diplomata da Santa Sé, a fim de explicações.

Os armênios foram o primeiro povo que se constituiu como nação oficialmente Cristã. Tem pouco mais de 5 milhões de habitantes. Há muito mais descendentes de armênios espalhados pelo mundo. Diante do protagonismo político e econômico da Turquia, esse genocídio foi por muito tempo esquecido. Menos pelos armênios e descendentes. E agora, pelo Santo Padre! Em tempo: uma das contrapartidas para a Turquia ser aceita na União Europeia é o reconhecimento do Genocídio e pedido de desculpas formais.

A diáspora do povo armênio é consequência da perseguição dos Otomanos. Muitos deles vieram para o Brasil, Argentina, Estados Unidos e França. Por aqui pelo Brasil, contribuíram bastante para o esporte nacional:

Marcelo Djian é o 2ª da direita para a esquerda

Marcelo Djian é o 2ª da direita para a esquerda

Marcelo Kiremitdjian, ou simplesmente, Marcelo Djian, foi zagueiro do Corinthians, Lyon, Cruzeiro e Atlético Mineiro. Fábio Mahseredjian, um dos maiores profissionais em preparação física do futebol na atualidade. Krikor Mekhitarian, um dos maiores enxadristas do país. Na Argentina, David Nalbandian é notável tenista.

David Nalbandian

David Nalbandian

A Armênia é conhecida como a “Nação do Xadrez”. Entretanto, mundialmente temos como exponentes daquele país: Henrikh Mkhitaryan, atacante do Borussia Dortmund; Gokor Chivichyan é renomado treinador de MMA, que reside em Los Angeles/EUA; Karo Parisyan compete no MMA; Armen Nazaryan foi medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 1996, na Luta Greco-Romana; e Arsen Julfalakyan, medalha de prata na mesma modalidade, em 2012.

Não nos esqueçamos do Genocídio Armênio cujo início completa 1 século neste ano.

Viva esse grande povo!

De Letras

Eduardo Galeano, escritor uruguaio, faleceu ontem. Conhecido mundialmente por obras como “As Veias Abertas da América Latina” e “Memória do Fogo”, eu tive ‘acesso’ a ele através do futebol. Como?!

Ora, meu livro de cabeceira é “O Futebol ao Sol e à Sombra” (1995). Leitura deliciosa que recomendo a todos os apaixonados pelo esporte e que vivem a cultura do futebol. Deixo aqui algumas frases marcantes deste livro:

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“É raro o torcedor que diz: ‘Meu time joga hoje’. Sempre diz: ‘Nós jogamos hoje’”.

“Durante mais de um século, o árbitro vestiu-se de luto. Por quem? Por ele. Agora disfarça, com cores”.

“O treinador dizia: Vamos jogar. O técnico diz: Vamos trabalhar”.

“Jogou, venceu, mijou, perdeu.” (sobre Maradona)

“Hoje em dia, o estádio é um gigantesco estúdio de televisão. Joga-se para a televisão, que oferece a partida em casa. E a televisão manda.”

“Uma jornalista perguntou à teóloga alemã Dorothee Solle: – Como a senhora explicaria a um menino o que é a felicidade? – Não explicaria – respondeu. – Daria uma bola para que jogasse”.

Sobre o estádio:

“Você já entrou, alguma vez, num estádio vazio? Experimente. Pare no meio do campo, e escute. Não há nada menos vazio que um estádio vazio. Não há nada menos mudo que as arquibancadas sem ninguém.

Em Wembley ainda soa a gritaria do Mundial de 66, que a Inglaterra ganhou, mas aguçando o ouvido você pode escutar gemidos que vêm de 53, quando os húngaros golearam a seleção inglesa.

O Estádio Centenário, de Montevidéu, suspira de nostalgia pelas glórias do futebol uruguaio. O Maracanã continua chorando a derrota brasileira no Mundial de 50. Na Bombonera, de Buenos Aires, trepidam tambores de há meio século.

Das profundezas do estádio Azteca, ressoam os ecos dos cânticos cerimoniais do antigo jogo mexicano de pelota.

Fala em catalão o cimento do Camp Nou, em Barcelona, e em basco conversam as arquibancadas do San Mamés, em Bilbao.

Em Milão, o fantasma de Giuseppe Meazza mete gols que fazem vibrar o estádio que leva seu nome.

A final do Mundial de 74, vencida pela Alemanha, continua sendo jogada, dia após dia e noite após noite, no estádio Olímpico de Munique.

O estádio Rei Fahd, na Arábia Saudita, tem camarote de ouro e mármore, tribunas atapetadas, mas não tem memória nem grande coisa que dizer.”

Obrigado, Galeano. Descanse em paz.

Eduardo-Galeano

Era uma vez em La Paz

Há alguns dias lembrei-me da Copa do Mundo FIFA 1994 e da sua fase de apuramento. Consequentemente não dá pra se esquecer da seleção boliviana daquela época. Era uma grande equipe: Carlos Trucco, Baldivieso, Erwin Sanchez, Etcheverry marcaram toda uma geração, como a minha.

A Bolívia não é conhecida pela excelência no esporte. Os recursos financeiros são escassos. O baixo IDH reflete nos recursos humanos que o país possui à disposição. A economia e o esporte boliviano são muito prejudicados pela dificuldade de acesso entre as diferentes regiões do país. O altiplano limita muito, tanto para quem é das terras baixas quanto para quem é de lá mesmo. Ademais, a falta de saída ao mar dificulta ainda mais o escoamento dos produtos com a finalidade de serem exportados. Tudo isso, somado aos diversos desafios econômicos e sociais, deixam a prática esportiva em segundo plano, com raríssimas exceções, como o piloto de ralis Jorge Salvatierra; o executivo da IBM internacional, Jorge Quiroga; a atriz radicada no México, Ximena Herrera; o empresário Marcelo Claure, CEO da Sprint (telecomunicações); e as seleções de futebol de 1963 (campeã da Copa América) e de 1993, que se classificou ao mundial de 1994, nos EUA.

No ano passado o Bolívar (equipe de La Paz, uma das capitais do país, a outra é Sucre) foi semifinalista da Libertadores. Beirou o protagonismo. Recentemente Evo Morales tem adotado uma postura distante da Venezuela e de Cuba, mais próximo das grandes economias e isso tem dado um novo rumo para o PIB nacional. Tomara que continue. Pelo bem do esporte, do jogo e da América do Sul, queremos – de volta – ver uma seleção boliviana como a da foto acima. Inesquecível.

Missionários

No universo do marketing esportivo fala-se muito da digressão, da excursão de equipes esportivas para o exterior para fins comerciais. Na primeira metade do século XX elas aconteciam mas com finalidades mais ‘românticas’. As equipes de futebol da Inglaterra, da Itália e da Espanha vinham com frequência para a América do Sul. No entanto, não havia a lógica de mercado como existe hoje.

Atualmente essas equipes vão para a Ásia e a América do Norte: é comum ver Arsenal, Manchester United e Internazionale jogarem contra times da MLS (Major League Soccer). Por outro lado, franquias e ligas da América do Norte vão para a Europa e Ásia, como a NFL que organiza jogos em Londres e a NBA que tem o “Global Tour”. Iniciativas como esta posicionam a franquia, o jogo, a liga e o país, Estados Unidos (isso explica de as logos das ligas estadunidenses terem as cores branca, azul e vermelha). No século XIX o beisebol já fazia a política externa americana.

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Se na antiguidade as Cruzadas e as navegações tinham como um dos objetivos a catequização de outros povos. As digressões esportivas não deixam de ser diferentes, mas com outra religião.


Esses Dias na História

15 de Outubro

***DIA DO PROFESSOR***

1875 – Nasce Dom Pedro de Alcântara de Orleans e Bragança, Príncipe do Brasil e filho primogênito da Princesa Isabel

1975 – João do Pulo marca um recorde no salto triplo que demoraria 10 anos para ser quebrado: 17,89m

1983 – Nelson Piquet torna-se bicampeão mundial de pilotos de Fórmula 1

16 de Outubro

1978 – É eleito o Papa João Paulo II, o 264º Papa

17 de Outubro

1981 – Nelson Piquet torna-se pela primeira vez campeão mundial de pilotos de F1

18 de Outubro

1867 – A posse sobre o Alasca é oficialmente transferida do Império Russo para os Estados Unidos

19 de Outubro

1902 – Na sua primeira partida oficial, o Fluminense Football Club goleou o Rio Football Club por 8 a 0

20 de Outubro

1990 – Estreia o canal “MTV Brasil”

21 de Outubro

1984 – Niki Lauda conquista seu tri e último campeonato mundial de pilotos de F1

1990 – Ayrton Senna torna-se bicampeão mundial de pilotos de f1

22 de Outubro

2006 – Felipe Massa vence o GP Brasil de F1

23 de Outubro

1953 – O estado de Santa Catarina homenageia a simbologia republicana inserindo o barrete frígio em sua bandeira

1974 – Moscou supera Los Angeles no processo de escolha da sede dos Jogos Olímpicos de verão de 1980

24 de Outubro

1976 –  James Hunt é campeão mundial de pilotos de F1

25 de Outubro

1636 – João Maurício de Nassau parte do porto de Texel em direção ao Brasil

26 de Outubro

1997 – Jacques Villeneuve é campeão mundial de pilotos de F1 e é o primeiro título do Canadá na categoria

27 de Outubro

1912 – Inaugurado o “Bondinho do Pão de Açúcar” no Rio de Janeiro, único totalmente transparente

28 de Outubro

1962 – Crise dos mísseis de Cuba: Nikita Khrushchov desiste de instalar mísseis balísticos naquele país

29 de Outubro

1810 – Fundação da Real Biblioteca do Rio de Janeiro, hoje “Biblioteca Nacional”

1945 – Estado Novo: o presidente Getúlio Vargas é deposto por militares de seu próprio ministério

30 de Outubro

1987 – Nelson Piquet torna-se tricampeão mundial de pilotos de F1

1988 – Ayrton Senna vence em Suzuka, no Japão, e é campeão mundial de pilotos de F1 pela primeira vez

2007 – O Brasil é escolhido pela FIFA como país-sede para o XX campeonato mundial masculino de seleções de futebol

31 de Outubro

2011 – Dilma Rousseff é a primeira mulher eleita presidente do Brasil

1º de Novembro

1897 – Fundação da Juventus menos famosa, a de Turim/ITA

1914 – Fundação do Esporte Clube Taubaté, o “Burro da Central”

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